Violência contra a mulher

O 8 de março teve origem em manifestações de mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, no período da Primeira Guerra Mundial. Em 1975, então, a ONU estabeleceu o 08 de março com Dia Internacional da Mulher.

É um dia em que, no mundo inteiro, as mulheres celebram as conquistas sociais obtidas ao longo da história, ao tempo em que expõem novas reivindicações.

Entre as conquistas históricas – hoje, atividades corriqueiras das mulheres – citam-se o direito a estudar (primeiro, em escolas de ensino fundamental, e, posteriormente, em instituições de ensino superior) e o direito ao voto.

Nas fábricas, até o Século XIX, às mulheres cabia o trabalho mais insalubre e ausência de limite na carga horária. Redução da jornada de trabalho e assistência à maternidade foram outras conquistas das mulheres trabalhadoras.

Mesmo, no Século XX, a situação prosseguiu e as mulheres sequer podiam ter uma conta bancária, além de serem vigiadas ou proibidas da prática de esporte, situações que foram sendo superadas, legalmente, pela luta das mulheres.

Não somente isso, mas, as mulheres precisavam (no Brasil, até 1962) da autorização do marido para poderem trabalhar, receber herança ou não podiam requerer a guarda dos filhos em caso de separação.

O ano de 2006, no Brasil, marca uma importante conquista feminina, que foi a Lei Maria da Penha, considerada pela Organização das Nações Unidas como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Hoje consta da lista de reivindicações assinaladas pelos movimentos femininos, ainda, a própria pauta contra a violência, que persiste, e, principalmente, pela igualdade de salários e de tratamento à mulher, na sociedade.

É, assim que chegamos ao 08 de março de 2019, com algumas reivindicações das mulheres ainda pela frente, e com justas comemorações pelas conquistas já obtidas.

É um dia para reafirmar os direitos conquistados e avançar na luta por outros direitos, como salários iguais para a mesma função exercida por homens; e direito a não agressão física, verbal.

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